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terça-feira, 16 de julho de 2024

FUnATI disponibiliza e-book ‘Cuidados paliativos: Se tem vida, tem muito o que se fazer’

FOTOS: Julia Maia/FUnATI

Com o objetivo de disponibilizar um material com informações básicas para desmistificação dos cuidados paliativos, a Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (FUnATI) lança, na quinta-feira (20/06), o e-book “Cuidados paliativos: Se tem vida, tem muito o que se fazer”. O lançamento ocorrerá a partir das 19h na formatura do curso voltado para o tema, realizado pela fundação na Escola Superior de Ciências da Saúde (ESA/UEA), localizada na avenida Carvalho Leal, 1.777, Cachoeirinha.

Elaborado pelos professores, Monica Marinho, Maurício Aguila e Adriane Byron, o material é resultado do curso realizado pela FUnATI e traz um resumo dos principais temas abordados, com riqueza de informações para a conscientização dos cuidados paliativos, sendo um guia orientador para estudantes e profissionais da saúde que desejam conhecer essa abordagem de cuidado. O e-book será disponibilizado no site da FUnATI (Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade – FUNATI | Portal Oficial da FUNATI).

“É um material rico de informações sobre um tema de extrema relevância na atualidade, que são os cuidados paliativos. A FUnATI, como órgão que também é responsável pela formação de profissionais capacitados para atuarem com as questões voltadas para o envelhecimento, traz para a sociedade sua primeira turma de alunos com formação nesta temática”, afirma o Dr. Euler Ribeiro, reitor da FUnATI.

Com carga horária de 20h, o curso de Cuidados Paliativos foi iniciado em maio deste ano, sendo realizado às segundas e quintas-feiras, com carga horária total de 20h. Ao todo, 30 vagas foram disponibilizadas.

Política de cuidados paliativos

Em maio deste ano, o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde lançou a Política Nacional de Cuidados Paliativos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A expectativa é que 1,3 mil equipes sejam implantadas em todo o território nacional.

A política vai permitir uma assistência mais humanizada. Antes, com atendimento limitado, escassez de profissionais com formação paliativa e barreiras culturais, os serviços estavam concentrados nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, com consequente ausência nas regiões Norte e Nordeste.

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