Gianni Infantino, presidente da Fifa, no sorteio da Copa do Mundo. (Foto: FRANÇOIS-XAVIER MARIT / AFP)

A corrida pela presidência da Fifa começou oficialmente e com um cenário amplamente favorável ao atual mandatário. Gianni Infantino aproveitou o encerramento do congresso da entidade no Canadá, na última quinta-feira, para confirmar que buscará um novo mandato na eleição prevista para 2027. Com o apoio declarado de três confederações, o dirigente caminha para mais uma vitória.

“Estou feliz e honrado em confirmar que serei candidato para a eleição no ano que vem”, declarou Infantino, que comanda a federação internacional desde 2016, quando assumiu o posto após o escândalo que derrubou Joseph Blatter.

Apoio das confederações continentais

A força da candidatura de Infantino reside no apoio de três das seis confederações continentais:

  • Conmebol (América do Sul)
  • AFC (Ásia)
  • CAF (África)

Juntas, essas entidades somam 111 votos, garantindo a maioria necessária para a reeleição.

A Conmebol foi a primeira a se manifestar durante reunião no Equador. Nesta semana, os blocos asiático e africano ratificaram o apoio.

Se vencer o pleito de 2027, Infantino iniciará aquele que deve ser o seu último ciclo à frente da Fifa, com término previsto para 2031. Embora o estatuto da entidade permita apenas uma eleição e duas reeleições, o primeiro período de Infantino (2016-2019) não entra na conta oficial por ser considerado um “mandato tampão”, completando o ciclo que seria de Blatter. Assim, ele está apto legalmente para este novo desafio.

O cenário atual coloca Infantino em posição confortável para sua reeleição, com o apoio de confederações que representam a maioria dos votos necessários para vencer a eleição de 2027.

Com informações de Lance!

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