Rafael Ribeiro / CBF

Roger Ibañez, lateral-direito e zagueiro da Seleção Brasileira, concedeu entrevista coletiva no hotel da Canarinho, em Nova Jersey. O brasileiro do Al-Ahli, da Arábia Saudita, falou sobre as expectativas para a Copa do Mundo e a possibilidade de atuar como lateral-direito ou zagueiro.

“Me sinto pronto. Onde for estarei pronto para representar meu país”, disse.

Sobre os treinamentos para a estreia contra Marrocos, Ibañez disse que a equipe está trabalhando forte. “Dando o nosso melhor dentro de campo para chegarmos prontos para o jogo de estreia”.

Ele foi questionado se poderia se tornar uma peça importante para a Seleção ao longo do torneio e comentou sobre o elenco da equipe.

“Essa palavra que você falou é muito boa. A engrenagem não depende apenas de duas ou três peças, mas sim de um corpo inteiro. Acredito que os 26 convocados que estão aqui hoje merecem estar aqui. Cada um vai entrar em campo e dar o seu melhor para realizar o sonho de todos nós”, disse.

Ibañez classificou a convocação como um momento emocionante. “Um choro, mas foi um choro especial, um choro de alegria”, afirmou.

Antes de se transferir para o Al-Ahli, Ibañez estava na Roma, da Itália. Ele confessou que inicialmente pensou que se afastaria de uma chance na Seleção Brasileira. “Eu entendi que lá era o lugar para eu estar. Acredito que na Arábia me fez crescer muito a parte profissional e de liderança. Até porque na Roma eu não era capitão. Agora no Al Ahli eu sou capitão. Isso fez com que eu entendesse o meu protagonismo e a minha liderança dentro do time”, completou. Com Metrópoles.

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