Mudanças nas regras prometem movimentar F1 em 2022; confira

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A Fórmula 1 teve uma de suas melhores temporadas em 2021. No entanto, a categoria não é partidária do “time que está ganhando não se mexe”. Na temporada 2022, uma série de novas regras serão implementadas que prometem mudar o grid como conhecemos.

As alterações foram conduzidas pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e pela Liberty Media, empresa que adquiriu os direitos da Fórmula 1 em 2016.

Confira mais detalhes sobre as mudanças abaixo:

Teto de gastos

Devido à pandemia, muitas equipes intermediárias tiveram de cortar gastos e ainda não conseguiram se recuperar. Pensando nisso, a FIA e a Liberty Media instituíram algumas regras para ajudar as escuderias medianas a competir com as grandes.

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Uma delas, é a instituição de um orçamento para monitorar os gastos das equipes. Em 2022 e 2023, o teto será reduzido em US$ 5 milhões a cada ano, chegando a US$ 135 milhões no fim do próximo ano. Em caso de descumprimento, caberá punição da FIA. Entre as punições, reprimenda, perda de pontos e até mesmo exclusão do campeonato.

As equipes intermediárias gastam entre US$ 110 e 130 milhões por ano, então o regulamento não fará tanta diferença. A regra afetará gigantes como Ferrari e Mercedes, acostumadas a investir mais de US$ 400 milhões por temporada.

Aerodinâmica

A Fórmula 1 instituiu uma série de mudanças para permitir que os carros fiquem mais próximos do solo e, quando estiverem andando próximos uns dos outros, diminuir superaquecimento e turbulência no veículo.

Assim, a turbulência terá menos influência na performance do carro que estiver atrás. As medidas também terão impacto positivo nos desgastes dos pneus. Com mais estabilidade ao andar mais próximos uns dos outros, a medida promete ser mais convidativa a ultrapassagens.

Peso dos carros

Os carros serão 25kg mais pesados. O aro das rodas será de 18 polegadas, o que diminuirá a aderência à pista. As unidades de área aumentarão em 5kg, devido ao uso de equipamentos mais baratos.

Combustível

Para ser mais amigável com o ambiente, 20% da composição do combustível deverá ter substâncias renováveis. (Metrópoles)