
A capital amazonense recebe, a partir desta sexta-feira (20), o Hackathon Urbanos da Amazônia, uma maratona criativa com mais de 43 horas ininterruptas que vai reunir 150 participantes na construção de soluções para desafios socioculturais da cidade.
Promovido pela Associação Intercultural de Hip-Hop Urbanos da Amazônia (AIHHUAM), o evento acontece de sexta-feira (20), às 18h, até domingo (22), às 14h, na Escola Superior de Tecnologia da Universidade do Estado do Amazonas (EST/UEA).
Durante três dias de imersão, os participantes serão organizados em 21 equipes multidisciplinares e passarão por etapas como definição de problema, validação com dados e entrevistas, desenvolvimento de protótipos (MVP), mentorias especializadas e apresentação final (pitch) para banca avaliadora.

A proposta é transformar ideias em soluções reais que fortaleçam a cadeia produtiva da cultura em Manaus, conectando inovação, empreendedorismo e impacto social.
Premiação e consultoria especializada
- Ao final da jornada, quatro equipes serão premiadas:
1º lugar: R$ 15 mil + 126 horas de consultoria em gestão de projetos
• 2º lugar: R$ 10 mil + 126 horas de consultoria
• 3º lugar: R$ 5 mil + 126 horas de consultoria
• 4º lugar: 126 horas de consultoria
A consultoria será conduzida pela Nexo Investimento Social, com foco no fortalecimento e estruturação dos projetos vencedores.
Para o diretor cultural da AIHHUAM, Jander Manauara, o hackathon representa um movimento estratégico para o futuro da cultura local.
“Estamos falando de criar soluções para desafios reais da nossa cidade. O hackathon é um espaço onde juventude, criatividade e inovação se encontram para pensar a cultura como potência econômica e social. Esses três dias podem marcar o início de novos projetos e novos negócios culturais em Manaus”, afirma.
Cultura, inovação e impacto social
O Hackathon integra o projeto “Urbanos da Amazônia – Floresta em pé, periferia voando”.
Realizado pela Associação Intercultural de Hip-Hop Urbanos da Amazônia (AIHHUAM) e pelo Ministério da Cultura (MinC), com patrocínio via Lei Rouanet, Instituto Nubank e Grupo WEG, o projeto amplia o alcance da cultura amazônica e consolida uma rede de apoio à produção artística periférica na região Norte.







