Nas últimas 24 horas, o governador Amazonino Mendes ruminou nada menos do que dois movimentos de relevância em apenas seis meses de governo. Na segunda-feira, 12, por voltas das 18 horas, a interdição da Avenida Torquato Tapajós, sob a responsabilidade dos policiais militares, gerou pânico e corre-corre na sede do governo, localizado no bairro a Compensa, zona oeste de Manaus.
Ontem (13), vários protestos capitaneado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) pipocaram em vários pontos do estado, como em Manaus, na Escola Estadual Dom João de Souza Lima, no bairro Cidade Nova, Zona Norte.
A reivindicação da categoria é de reajuste salarial de 35% para professores e demais servidores da educação.
O movimento, segundo Helma Sampaio, coordenadora Geral do Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical), 70% das escolas estaduais aderiram ao movimento.
A Escola Estadual Dom João de Souza Lima, segundo a sindicalista, já foi palco de uma manifestação motivada, conforme destacou, por falta de merenda escolar.

No interior do estado, segundo boletim parcial do Asprom, Anori, Coari, Manacapuru, Iranduba, Parintins, Tefé, Humaitá, Boca do Acre, Fonte Boa aderiram o movimento.

Manifesto os professores de Manacapuru
Muitos acham a paralisação dos professores desnecessária. Mas esses não sabem ou fingem que não saber, que há 4 anos nenhum professor recebeu reajuste salarial, que muitos trabalham 40 horas semanais, quando seu salário mesmo trabalhando em dois horários, não passa de R$ 4.000.
Não podemos deixar que o governo faça isso com os nossos professores, usar o que é DIREITO de todos em campanha eleitoral pra se reeleger. Nós cidadãos, temos que apoiá-los.
A reivindicação é justa!
Esse problema dos professores lamentavelmente se arrasta desde o governo Melo, e até agora nada de resolverem, vamos ficar de olho em quem fez e faz parte da base desses governos para não tirarem proveito em ano eleitoral!
Povo esclarecido é povo vitorioso!
Nunca que um professor devia ganhar menos que um vereador.




