O vice-governador do Amazonas, Tadeu de Souza, afirmou que se considera plenamente preparado para uma eventual transição no comando do Estado a partir de 2026. A declaração foi dada em entrevistas recentes à imprensa local, nas quais o vice-governador fez um balanço dos quase três anos de atuação à frente da vice-governadoria e reforçou que vem se qualificando para assumir maiores responsabilidades.

Tadeu destacou que deseja ser lembrado pela capacidade de diálogo e pela disposição em trabalhar de forma contínua, sem se deixar influenciar por disputas políticas.

“Quero que as pessoas se lembrem de mim como alguém que, em pouco tempo, fez muito pelo Amazonas. Alguém que escuta, que dialoga e que não permite que a política de palanque contamine sua atuação. Eu sou comprometido em servir”, afirmou.

Durante as entrevistas, o vice-governador relembrou ações executadas tanto na capital quanto no interior, ressaltando sua presença em todas as calhas do Amazonas e o diálogo constante com lideranças dos 62 municípios. Ele citou como exemplo os mutirões de cirurgias oftalmológicas, que já atenderam mais de 7,3 mil pessoas em mais de 20 cidades.

Segundo ele, esse esforço é parte essencial do preparo para integrar a linha de sucessão.
“Estou na linha de sucessão do Estado e, a qualquer momento, se eu tiver de assumir o governo, preciso estar pronto. Tenho dedicado muito do meu tempo a me aprofundar e a escutar, principalmente quem está no interior”, enfatizou.

Prioridades para 2026

Ao ser questionado sobre as prioridades que defenderia na gestão pública a partir de 2026, Tadeu de Souza citou a ampliação dos programas de assistência social e iniciativas voltadas ao empreendedorismo.

Ele defendeu a expansão do Auxílio Estadual Permanente, com atualização dos valores pagos às famílias beneficiadas.

Também destacou a necessidade de reforçar o Crédito Rosa, programa voltado ao incentivo de mulheres empreendedoras, e ampliar o funcionamento do Prato Cheio, que hoje conta com 18 unidades na capital e 26 no interior, mas que, segundo ele, precisa atender também aos finais de semana.

Para Tadeu, esses programas têm impacto direto na renda das famílias e na redução da vulnerabilidade social no Estado.

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