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A dinâmica do Quarto Branco no Big Brother Brasil, que se estendeu por mais de 120 horas e terminou na madrugada deste domingo (18/1), gerou fortes críticas por parte dos participantes, que questionaram os limites do entretenimento e a condução da prova pela produção.

Durante uma conversa no confinamento, a participante Ana Paula expressou sua indignação, classificando a dinâmica como “desumana” e “degradante”. Ela também argumentou que a situação representava uma “exploração da desigualdade social na ‘tampa’”, afirmando que isso não era entretenimento. Jonas Sulzbach, outro participante, contrapôs, dizendo que se as pessoas assistem, é entretenimento, ao que Ana Paula respondeu: “Então, mas as pessoas são cruéis”.

Outros brothers também se manifestaram, com um deles comentando: “Eu não ia desistir… mas falar que ‘Ó, guerreiros’ não dá… foi cruel.” Ana Paula reforçou sua crítica, desabafando que a situação era “romantizar a crueldade” e expressando seu horror com a dinâmica.

Repercussão Além das Fronteiras Brasileiras

A polêmica do Quarto Branco não se limitou ao Brasil, alcançando repercussão internacional. Um jornal espanhol publicou uma matéria descrevendo a dinâmica como “uma grande sessão de tortura com sons insuportáveis e restrições às condições básicas de higiene e alimentação”. A publicação ironizou o formato: “O Big Brother Brasil trancou dez participantes em um quarto branco, onde a luz nunca se apaga e há ruídos insuportáveis o tempo todo. O prêmio para quem resistir? Participar do Big Brother de verdade”.

Com informações de Metrópoles

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