João Pedro Gonçalves, diretor de governança fundiária do Incra, afirmou que conseguiu decisão na Justiça do Amazonas para retirar matérias que o associavam a irregularidades

O diretor de Governança Fundiária do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), João Pedro Gonçalves, reagiu, em vídeo, publicado na redes sociais nesta quarta-feira (21), à reportagem da Folha de S.Paulo que associação o seu nome a suposto favorecimento irregular em projetos de crédito de carbono no município de Apuí (AM) em favor de Vorcaro, dono Banco Master, e a família mesmo.

Segundo João Pedro (ver vídeo), a Folha não vai vincular o seu nome e a sua história à bandidagem e à ilegalidade, afirmando que o processo não foi concluído.

João Pedro, que representou contra o jornal, ressaltou que diversos aspectos processuais precisam ser analisados, inclusive, com a manifestação da Procuradoria Federal vinculada ao Incra.

Conforme decisão da justiça, a Folha de S. Paulo deve a retirar imediatamente a matérias jornalísticas vinculadas ao nome do dirigente do INCRA, além de publicações em redes sociais que o associam a suposto favorecimento irregular em projetos de crédito de carbono na Amazônia em favor de Vorcaro.

A liminar foi concedida pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), assinada na noite desta terça-feira, 21, pelo juiz Paulo Fernando Feitoza.

Além da remoção dos conteúdos, a ação judicial também inclui pedido de indenização por danos morais.

De acordo com o magistrado, as publicações teriam extrapolado o dever de informar e imputado, sem comprovação, conduta ilícita ao agente público, o que justificaria a medida urgente.

Artigo anteriorSine Manaus oferta 299 vagas de emprego nesta sexta–feira, 23/1
Próximo artigoUcrânia, EUA e Rússia se reúnem a partir desta sexta (23) para negociar paz