
O ex-príncipe Andrew, filho da rainha Elizabeth II e irmão do rei Charles III, foi preso nesta quinta-feira (19/2) pela polícia britânica, sob suspeita de “má conduta em cargo público”. A prisão ocorre em meio às investigações relacionadas ao caso Jeffrey Epstein, o financista americano acusado e condenado por exploração sexual e tráfico sexual de menores.
A notícia da prisão veio logo após o primeiro-ministro britânico, Keir Stamer, reiterar, em entrevista à BBC News, que “ninguém está acima da lei”. Stamer enfatizou a importância de a polícia conduzir as investigações envolvendo o ex-príncipe com a mesma isenção e rigor aplicados a qualquer outro cidadão. “Eles conduzirão suas próprias investigações, mas um dos princípios fundamentais do nosso sistema é que todos são iguais perante a lei e ninguém está acima da lei. Isso é um princípio muito importante para o nosso país… E tem de ser aplicado a este caso do mesmo jeito que seria em qualquer outro”, afirmou o primeiro-ministro.
Contexto da Má Conduta e E-mails Revelados:
Embora o comunicado oficial da polícia britânica não tenha detalhado os motivos exatos da prisão, a imprensa britânica e arquivos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos indicam que Andrew shared sensitive and classified information with Jeffrey Epstein while serving as the United Kingdom’s trade representative. The user’s context states: “Between 2010 and 2011, while still the UK trade envoy, Andrew communicated with Epstein about official travel and potential business opportunities worldwide. In a 2011 email, Andrew wrote to Epstein: “Parece que estamos nisso juntos”.”
Desde as revelações sobre sua proximidade com Epstein, Andrew enfrentou sérias consequências, perdendo seus títulos reais de príncipe e duque de York, bem como seus cargos públicos no Reino Unido.
Com informações de Metrópoles







