
O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou neste fim de semana o preço do diesel e afirmou que a alta não se justifica no cenário atual. Em agenda no Rio Grande do Norte, o se
“O diesel está batendo R$ 10 e não há pandemia”, afirmou durante evento em Natal.
A declaração ocorre em meio à alta dos combustíveis, impulsionada pelo avanço do preço do petróleo no mercado internacional, em razão da guerra no Oriente Médio.
Na fala, Flávio também fez críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e disse que a eleição será uma escolha de rumo para o país.
“Vocês querem o caminho de quem vai reduzir impostos, facilitar a vida de quem quer empreender ou querem continuar com o governo atual, que não pode ver um bolso sem querer meter a mão para taxar o povo trabalhador brasileiro?”, declarou.
Segundo o senador, o atual cenário econômico penaliza a população mesmo sem fatores excepcionais, como os registrados durante a pandemia.
Nesta semana, o governo Lula apresentou aos estados uma proposta para zerar temporariamente o ICMS sobre a importação de diesel. A União se comprometeu a compensar parte da perda de arrecadação dos estados.
Além disso, o governo intensificou a fiscalização de preços. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e dos Procons, desde 9 de março foram vistoriados 1.180 postos em 179 municípios de 25 estados.
Especialistas avaliam que o preço dos combustíveis tende a ser um dos principais pontos de ataque da oposição durante o período eleitoral.
Para o cientista político Eduardo Grin, da FGV EAESP, a alta do petróleo pode pressionar a inflação e afetar a percepção da população, especialmente entre os eleitores de menor renda, eleitorado de Lula.
Com informações de CNN Brasil.







