
qualificado por perigo comum, com dolo eventual, e lesão corporal grave. A segunda acusação está relacionada aos ferimentos sofridos pelo estudante Marcus Vinicius Machado, amigo do empresário que estava no banco traseiro do Porsche.
Caso seja condenado pelos crimes, Sastre poderá receber uma pena que, somada, ultrapassa 30 anos de prisão, conforme a expectativa apresentada pelo Ministério Público.
Policiais militares também respondem à Justiça
O caso também tem desdobramentos na Justiça Militar de São Paulo. Os policiais militares Daisy Aparecida Cardoso Romão e Thiago Silva Batista tornaram-se réus após serem denunciados por supostamente liberar Fernando Sastre no atendimento da ocorrência sem a realização do teste do bafômetro.
Segundo a denúncia, os agentes teriam cometido crime de inobservância de lei, regulamento ou instrução, na modalidade de tolerância.
Em nota, o Tribunal de Justiça informou que os próximos atos processuais serão realizados conforme o rito legal aplicável e o andamento da ação penal.
Pedido para ausência de testemunha foi negado
Entre as movimentações relacionadas ao julgamento, Daisy Aparecida Cardoso Romão solicitou autorização para não comparecer à sessão desta quinta-feira. O pedido, no entanto, foi indeferido.
Na decisão, foi destacado que a policial participou diretamente do atendimento inicial da ocorrência e esteve no local logo após a colisão, razão pela qual seu depoimento foi considerado relevante para a formação da convicção dos jurados.
O julgamento prossegue com a coleta dos depoimentos e as demais etapas previstas no procedimento do júri popular.








