
A Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), passou, nesta quarta-feira (24/06), pela a primeira auditoria simulada do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC). A inspeção acontece após um ano do início do Projeto de Reestruturação de Hospitais Públicos (RHP), e percorreu oito áreas focos estabelecidas durante as reuniões de planejamento.
O simulado da Ferramenta de Avaliação Hospitalar (FAHosp) é uma prática de avaliação diagnóstica aplicada em hospitais do SUS para medir a conformidade dos processos e fluxos. A auditoria simulada é uma das ações do RHP, desenvolvido no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde (MS).
O projeto avalia o perfil das unidades hospitalares que participam do programa, para observar áreas que necessitam de melhorias.
Segundo o diretor-presidente, Gerson Mourão, a primeira auditoria simulada é uma preparação para a que ocorrerá no mês de novembro. Ele explicou que foram auditadas os setores de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), Enfermarias, Urgência e Emergência, Farmácia, Engenharia Clínica, dentre outros.
“Inicialmente, os setores auditados passaram por um diagnóstico situacional, o qual identificou os pontos que seriam trabalhados para melhorias ao longo do período de um ano. Hoje, estamos averiguando as ações que foram implementadas, para identificar possíveis conformidades e não conformidades”, pontuou Mourão.
Assistência ao paciente
Conforme a chefe do Departamento de Enfermagem da Fundação, Shirley Fragoso, os consultores avaliaram a qualidade e segurança do paciente, práticas assistenciais, processos da cadeia medicamentosa, fluxo de admissão, transferência e alta de pacientes, dentre outros pontos dos setores auditados.
“É uma ótima oportunidade para a FCecon avaliar processos e implantar novos fluxos de melhorias, com a orientação e expertise em gestão de hospitais de consultores que integram o programa Proadi-SUS. Esperamos reduzir custos, padronizar fluxos de gerenciamento de recursos humanos e materiais, que refletirão nas práticas de assistência ao paciente”, ressaltou Fragoso.







