Não foi acidente
Após o atropelamento, Francisca afirmou que o ocorrido não foi um acidente e que teria acontecido de forma proposital. Recentemente, a mulher revelou que acredita que os netos não estejam na mata.
As crianças desapareceram em 4 de janeiro, após saírem de casa com o primo Anderson Kauan, de 8 anos, para procurar um pé de maracujá. O menino foi encontrado com vida quatro dias depois, a cerca de 4 km da comunidade.
Uma força-tarefa com mais de 260 agentes percorreu, aproximadamente, 200 km de mata, além de trechos do Rio Mearim, lagos e áreas alagadas da região.
Principal linha de investigação
Passados dois meses do desaparecimento das crianças, a Polícia Civil do Maranhão (PCMA) segue investigando o caso. Com ausência de vestígios e pistas, um delegado da corporação informou ao Metrópoles, na segunda-feira (23/2), que a principal hipótese sobre o sumiço é a de que os irmãos caíram no Rio Mearim.
“Cada informação que tem chegado, a gente tem checado. Mas a linha de investigação mais forte mesmo é de terem se perdido na mata e caído na água“, explicou o agente.
O delegado enfatiza que o inquérito policial ainda não foi finalizado e que essa pode não ser a única tese do relatório; no entanto, é a hipótese mais provável. Com Metrópoles.