
A eliminação para a Noruega nas oitavas de final colocou o Brasil diante de uma marca negativa na história das Copas do Mundo. A Seleção Brasileira encerrou a edição de 2026 na 11ª colocação geral, igualando sua segunda pior campanha no torneio.
O desempenho repete o resultado registrado em 1966, quando o Mundial foi disputado na Inglaterra. Naquela edição, o Brasil chegou como bicampeão, mas acabou eliminado ainda na fase de grupos.
A equipe brasileira venceu apenas a Bulgária e sofreu derrotas para Hungria e Portugal, encerrando precocemente a tentativa de conquistar o terceiro título consecutivo.
Pior campanha ocorreu em 1934
A única participação brasileira com colocação inferior aconteceu na Copa do Mundo de 1934, realizada na Itália. Naquele torneio, a Seleção terminou na 14ª posição.
O formato da competição era diferente do atual e não contava com fase de grupos. As equipes iniciavam diretamente no sistema eliminatório, e o Brasil caiu logo na estreia após ser derrotado pela Espanha por 3 a 1.
Com isso, a campanha de 2026 passa a dividir com a de 1966 o posto de segunda pior participação brasileira na história dos Mundiais em termos de colocação final.
Eliminação amplia jejum do Brasil em Copas
Além da posição negativa, a queda diante da Noruega aumenta o período sem títulos mundiais. O último troféu conquistado pela Seleção Brasileira foi em 2002, quando o país alcançou o pentacampeonato.
O Brasil chegará à Copa do Mundo de 2030 com 28 anos desde a última conquista, estabelecendo o maior intervalo sem títulos desde que se tornou campeão mundial pela primeira vez, em 1958.
O maior jejum anterior havia sido de 24 anos, entre as conquistas de 1970 e 1994.
Agora, a Seleção inicia um novo ciclo cercada pela pressão de encerrar uma espera que já atravessa diferentes gerações e se tornou a mais longa da história do futebol brasileiro desde o primeiro título mundial.







