FOTOS: Divulgação/ FVS-RCP

Com atuação estratégica nos circuitos da folia, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) fortaleceu o acesso à informação e à proteção durante o Carnaval na Floresta 2026, promovendo saúde, autonomia e redução de vulnerabilidades, por meio da distribuição de insumos estratégicos para a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

A diretora-presidente FVS-RCP, Tatyana Amorim, destaca que eventos de massa são oportunidades estratégicas para fortalecer o autocuidado para além do período festivo.

“As atividades incluem a distribuição de insumos como preservativos e géis lubrificantes, mas também aproveitamos esses momentos de grande mobilização para incentivar a prevenção contínua e o acesso aos serviços de saúde”, afirmou a diretora-presidente FVS-RCP.

Segundo o coordenador do Programa Estadual de HIV/Aids e ISTs da FVS-RCP, Rodrigo Pedroza, a educação sexual atualizada fortalece a prevenção e reduz vulnerabilidades.

“Buscamos de forma permanente ampliar o acesso a informações de qualidade, orientar sobre os recursos disponíveis de forma gratuita, como utilizá-los e, em caso de urgência, indicar os serviços adequados”, disse o coordenador.

Quem participou da folia aprovou a iniciativa. A autônoma Karolina Lima ressaltou a importância da conscientização e do uso do preservativo como medida essencial de proteção. “Vamos ter consciência e usar preservativo. Proteção em primeiro lugar. A gente tem que se cuidar”, declarou.

Prevenção Combinada

Durante o período carnavalesco, as equipes volantes da (FVS-RCP) distribuíram preservativos externos e internos, além de versões texturizadas e “sensitive”, ampliando as opções de proteção e incentivando o uso correto durante a relação sexual. Além disso, orientaram sobre a importância do gel lubrificante como estratégia complementar para aumentar a segurança e o conforto.

Ao mesmo tempo, reforçaram informações sobre a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), indicada antes de uma possível exposição ao HIV, com acompanhamento regular e testagens periódicas. Por outro lado, em situações de risco, destacaram a Profilaxia Pós-Exposição (PEP), que deve ser iniciada o mais rápido possível em uma unidade básica de saúde (UBS), após avaliação profissional.

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