
Cotado como nome certo na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa em 2026, Marcellus Campêlo entra no tabuleiro eleitoral ancorado no principal ativo da gestão estadual: as obras. À frente da Sedurb e da UGPE, ele reúne um portfólio de mais de 400 intervenções entre executadas e em andamento, além de programas estruturantes que alcançam milhares de famílias e movimentam a economia com geração de empregos.
A presença ao lado do governador Wilson Lima e do presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, durante agenda em Manaus, reforça que Campêlo não está apenas no campo técnico — já integra o núcleo político que vai disputar 2026. A aposta é direta: transformar entrega em voto.
Carimbo de Brasília
A visita de Antonio Rueda a Manaus não foi apenas protocolar. Nos bastidores, a leitura é clara: veio “carimbar” o grupo de Wilson Lima para 2026. E mais — reforçar que o governador segue como peça central do tabuleiro, agora com aval nacional para conduzir o jogo até o fim do mandato.
O coringa e o indeciso
No xadrez político, Tadeu de Souza virou o verdadeiro coringa: pode ser candidato a tudo — Governo, Senado ou Câmara. Já Roberto Cidade vive o oposto: muitas possibilidades e nenhuma definição. Entre Brasília e uma eventual vice, o deputado segue no “modo espera”, mas no centro das articulações.
Plano B do grupo
O nome do vereador Rodrigo Sá começa a ganhar corpo como alternativa ao Senado dentro do grupo governista. Discreto, mas com forte ligação com Wilson Lima, ele surge como opção técnica e de confiança. Se a disputa apertar, pode deixar de ser coadjuvante e virar peça estratégica.
Interior na vitrine
Enquanto a capital ferve com articulações, Eduardo Braga segue fazendo o dever de casa no interior. A entrega de unidade de saúde em Santo Antônio do Içá reforça uma estratégia antiga, mas eficaz: presença, obra e discurso alinhado com o social. Em ano pré-eleitoral, isso costuma pesar — e muito.
Reforço no Planalto
O PT do Amazonas ganha musculatura em Brasília com a nomeação de Eric Moura como secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Agrário. É o cargo mais alto ocupado por um nome do estado dentro da sigla no governo federal. Movimento que pode refletir diretamente nas articulações políticas locais.
Aliança com recado
Ao defender publicamente a presença de Bosco Saraiva em seu grupo, Omar Aziz manda um recado claro: quer reforçar seu palanque com nomes experientes. E faz isso com simbolismo — direto de uma quadra de escola de samba. Política e cultura, no Amazonas, seguem desfilando juntas.
Entrega com assinatura
O deputado Mário César Filho começa a marcar território no interior com entregas e presença em comunidades onde a política, muitas vezes, chega tarde. Em Beruri, não apenas levou obras, mas também construiu narrativa: proximidade e atuação. Em tempos de pré-campanha, isso não é detalhe — é estratégia.
Fogo amigo na direita
O delegado Costa e Silva subiu o tom ao classificar a pré-candidatura de Cabo Daciolo como “laranja”. Mais do que crítica, o movimento escancara a disputa interna no campo conservador. O problema é que, quando a briga começa cedo, o risco de fragmentação cresce — e adversários agradecem.







