
Dado Dolabella acabou sendo derrotado na Justiça após protocolar uma queixa-crime contra Luana Piovani por calúnia, injúria e difamação. De acordo com o ator, a sua ex-namorada estava sendo responsável por disseminar informações mentirosas a seu respeito, e a acusava de perseguição e misandria — quando uma mulher pratica crimes de ódio e preconceito contra homens.
Segundo o Splash, o processo foi movido em julho de 2024 após Piovani publicar um vídeo comentando a entrada de Wanessa Camargo no BBB24. Na época, a atriz mencionou o fato da cantora ser muito querida, mas carregar “a sombra de um criminoso ao lado dela”. Na ocasião, Wanessa e Dado estavam namorando.
“Wanessa é muito querida, batalhadora, estudiosa e dona do seu destino, não está lá sozinha, mas com a sombra de um criminoso ao lado dela. Se você acha que tudo bem se relacionar com um cara que já agrediu quatro mulheres, parabéns, é uma escolha sua. Mas de novo o Brasil todo passar pano para um criminoso é problema nosso”, disse Luana no vídeo.
O processo
Quase seis meses depois do vídeo, Dado Dolabella acionou Piovani na Justiça, tentando condená-la na esfera criminal. No processo, a advogada do ator anexou diversas reportagens publicadas entre os anos de 2017 e 2023 para defender a tese de que Luana tenta manchar a imagem do ex há muito tempo, associando sua imagem à de um criminoso.
Ainda de acordo com o Splash, a defesa de Dado minimizou a agressão física que Luana diz ter sofrido no período em que namoraram e afirmou que Piovani teria “enlouquecido” ao ver o ex em um relacionamento sério com Wanessa Camargo.
Na ação, Dolabella chegou a citar o comportamento de Piovani contra Pedro Scooby, com quem ela foi casada e tem três filhos, para reforçar a tese de que ela é “misândrica”.
Primeira derrota
O juiz Carlos Eduardo Lora Franco, da 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de SP deu a primeira derrota a Dado Dolabella. Ele também apontou inconsistências no processo, como a falta de provas de que a atriz teria cometido qualquer tipo de crime.
Segunda derrota
Insatisfeito com o resultado, Dado Dolabella recorreu da decisão. O caso foi apreciado pelo Ministério Público de São Paulo, que fez uma análise extensa e detalhada para justificar a improcedência da queixa-crime.
O relatório foi encaminhado à 9ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, e no dia 20 de março os três desembargadores aplicaram mais uma derrota a Dado Dolabella.
Com informações de Metrópoles.