
O jornal americano The New York Times noticiou a prisão do ex-alto funcionário da CIA, David Rush, nos Estados Unidos, após uma investigação encontrar centenas de barras de ouro, avaliadas em mais de US$ 40 milhões, escondidas na casa dele, no estado da Virgínia.
Segundo o jornal, creditando documentos judiciais, Rush levava as barras de ouro do trabalho para casa. O ex-funcionário permanece detido enquanto aguarda uma audiência de custódia, diz o veículo.
O New York Times afirma que a única acusação formal contra Rush é sobre ter mentido a respeito das próprias credenciais acadêmicas e ter obtido uma indenização por licença militar valendo dezenas de milhares de dólares. As autoridades relatam que ele afirmou falsamente ser membro da Reserva da Marinha quando foi dispensado.
Ainda citando os documentos judiciais, o jornal afirma que ele é apontado como “ex-funcionário de alto escalão de uma agência do governo dos Estados Unidos”. Fontes familiarizadas com o caso disseram ao veículo que ele estava em um cargo de alto escalão na CIA até pouco tempo.
O jornal cita também uma declaração conjunta da CIA e do FBI informando que Rush foi preso em 19 de maio depois que a agência de inteligência alertou o FBI sobre possíveis violações da lei descobertas em uma investigação interna.
Conforme o processo, o ex-funcionário recebeu “uma quantia significativa de moeda estrangeira e dezenas de milhões de dólares em barras de ouro para despesas relacionadas ao trabalho”, diz o New York Times.
Conforme depoimento citado pela reportagem, agentes do FBI revistaram a casa dele e encontraram “aproximadamente 303 barras de ouro, cada uma pesando cerca de um quilo”.
Com informações da CNN Brasil.







