
O início da temporada de 2026 da Fórmula 1 tem se mostrado desafiador para a Aston Martin. O principal entrave tem sido a confiabilidade, com falhas recorrentes — especialmente na unidade de potência — e vibrações no motor que afetam tanto o desempenho quanto a durabilidade do carro.
A equipe também sofreu com baixa quilometragem na pré-temporada, o que limitou a preparação e o entendimento do pacote técnico.
Como consequência, o desempenho nas pistas tem sido abaixo do esperado, com os pilotos tendo dificuldades para completar corridas, ausência de ritmo competitivo e poucos resultados consistentes nas primeiras etapas do campeonato.
Fernando Alonso, de 44 anos, renovou com a Aston Martin em 2024 por um vínculo de longo prazo, válido até o fim de 2026. O espanhol avaliou o momento vivido na categoria e destacou que ainda se considera “competitivo” e “motivado”.
“Eu amo o que faço. Eu amo corridas. Fiz minha primeira corrida quando tinha três anos [de idade], e tenho 44, então passei 41 anos da minha vida atrás de um volante”, começou Alonso em entrevista ao site oficial da Fórmula 1.
“Então, no momento em que eu tiver que parar de correr, será uma decisão muito difícil e difícil de aceitar. Só o tempo dirá. Eu sentirei. No momento, não sinto que seja essa hora ainda. Me sinto competitivo, me sinto motivado, me sinto feliz quando piloto. Então, sim, espero que não seja a última temporada”, finalizou.
Tanto Alonso quanto Lance Stroll abandonaram as corridas na Austrália e na China por falhas mecânicas, sem conseguirem ver a bandeirada final.
No Grande Prêmio do Japão, disputado no Circuito de Suzuka, surgiram os primeiros indícios de reação. Alonso completou a prova inteira — 52 voltas — e terminou na 18ª posição.
A expectativa da escuderia é de evolução no desempenho com a retomada do calendário neste fim de semana, no Grande Prêmio de Miami.
Com informações da CNN Brasil.







