
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou durante a reunião inaugural do Conselho da Paz, em Washington, que a Fifa ajudará a arrecadar cerca de US$ 75 milhões para projetos esportivos e de reconstrução na Faixa de Gaza, em parceria com o organismo internacional recém-criado pelo republicano.
“Tenho o prazer de anunciar que a Fifa ajudará a arrecadar um total de US$ 75 milhões para projetos em Gaza. E acho que são relacionados ao futebol, onde vocês estão construindo campos e levando as maiores estrelas do mundo até lá”, declarou Trump.
Durante o encontro, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, oficializou a nova parceria entre a entidade máxima do futebol e o Conselho da Paz.
O dirigente afirmou que o investimento será destinado à construção de dezenas de campos de futebol, academias e estádios em Gaza, visando promover reconstrução social, esperança e confiança por meio do esporte.
“Hoje anunciamos uma verdadeira parceria entre o Conselho de Paz e a Fifa, e estou muito orgulhoso e muito feliz em anunciar isso”, disse Infantino. “Todos nós temos que contribuir para isso. E é por isso que a Fifa quer contribuir, porque não precisamos apenas reconstruir casas, escolas, hospitais ou estradas. Também precisamos reconstruir e construir pessoas, emoções, esperança e confiança. E é disso que o futebol, o meu esporte, se trata“, completou.
O republicano destacou que a iniciativa busca construir uma paz “duradoura”, com participação conjunta de nações e instituições multilaterais.
Trump também ressaltou que algumas nações representadas na reunião se comprometeram a enviar tropas, policiais e apoio logístico para ajudar na estabilização de Gaza.
Países se movimentam
Entre os países citados por ele está Indonésia, Marrocos, Albânia, Kosovo e Cazaquistão, além de Egito e Jordânia, que, segundo o líder norte-americano, forneceriam treinamento e suporte para a formação de uma força policial palestina.
Segundo o governo Trump, a iniciativa do Conselho da Paz reúne governos, organizações internacionais e entidades esportivas em torno de projetos de reconstrução e estabilização, com foco na combinação de assistência humanitária, segurança e ações de impacto social, incluindo programas esportivos voltados à juventude na região.
Com informações de Metrópoles.







