
A taxa de desemprego no Brasil subiu para 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro de 2026, na comparação com o trimestre anterior (setembro a novembro de 2025), conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Contínua. O índice anterior era de 5,2%.
Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (27/3). O responsável pela pesquisa afirma que a Pnad Contínua encontrou 6,2 milhões de pessoas em busca de trabalho.
Os dados divulgados nesta sexta e mostram que o desemprego aumentou para 5,8%. A estabilização é verificada na comparação entre o trimestre encerrado em fevereiro deste ano (dezembro, janeiro e fevereiro) e o trimestre anterior (setembro, outubro e novembro de 2025).
Já a população desalentada (quem desistiu de procurar emprego devido à dificuldade em encontrá-lo) ficou estável alcançando 2,7 milhões, no comparativo entre os trimestres.
Informalidade e carteira assinada
A taxa de informalidade, ou seja, a proporção de trabalhadores sem carteira assinada ou sem registro, recuou para 37,5% da população ocupada no período, menor do que a observada no trimestre anterior, de 37,7%.
O número de empregados no setor privado com carteira assinada (excluindo-se os trabalhadores domésticos) foi de 39,2 milhões, semelhante ao verificado no trimestre anterior. Já o número de empregados sem carteira no setor privado teve uma redução de 342 mil pessoas no trimestre e registrou 13,3 milhões.
Além disso, o número de trabalhadores por conta própria ficou em 26,1 milhões, o que representa estabilidade na comparação entre os trimestres.
Ao considerar o trimestre anterior, não houve aumento de pessoas ocupadas em nenhum dos grupamentos de atividade.







