
A colunista Fábia Oliveira descobriu que a separação de Lívia Andrade e Marcos Araújo acaba de virar caso de Justiça. Uma ação inédita movida pela apresentadora anuncia o novo capítulo do ex-casal, cujo plano de fundo é o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
Na última segunda-feira (23/3), Lívia iniciou uma ação de produção antecipada de provas. Nela, a apresentadora expõe ter mantido uma relação de união estável com o empresário por cinco anos. Ela explica que, por regra, o regime de bens que regeu a união foi o de comunhão parcial de bens. Segundo ela, os dois ampliaram significativamente seu patrimônio durante o enlace.
Lívia Andrade afirma, no documento obtido com exclusividade pela coluna, que Marcos atua ativamente em uma série de empresas abertas propositalmente em nome de seus parentes e funcionários, mas sem figurar no quadro societário das instituições. A global diz temer um prejuízo durante a partilha de bens, uma vez que as supostas empresas serão excluídas da divisão patrimonial.
Andrade garante que a “manobra” do ex-parceiro esvaziará o patrimônio comum, concentrando bens e fortuna em seu nome. No processo, Lívia elenca empresas cuja constituição aponta para empregados, a genitora e irmãs do empresário.
Pedidos à Justiça
Com a ação, Lívia Andrade pede à Justiça que determine que 13 empresas, supostamente comandadas por Marcos Araújo, apresentem declarações de imposto de renda, balanços e extratos bancários dos últimos cinco anos.
A artista pede, também, a quebra do sigilo bancário do ex, de duas de suas irmãs e sua mãe. A comunicadora pretende usar o material para comprovar a confusão entre o patrimônio das empresas de Marcos e aquelas em nome de terceiros.
Natureza da ação
Vale destacar, aqui, que a ação iniciada por Lívia Andrade serve, única e exclusivamente, para obtenção da documentação. O material será considerado “prova” relevante para subsidiar a futura ação de partilha de bens.







