O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) • 19/11/2025 REUTERS/Adriano Machado

Integrantes do Palácio do Planalto relatam que não há temor sobre as investigações do caso Master. A auxiliares, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem defendido as apurações aos envolvidos. O petista atua para afastar a crise do governo e cobrar apurações.

As últimas revelações sobre uma agenda de Lula com Vorcaro em 2024 e o serviço de consultoria do ex-ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, ao Banco Master, aproximam o Planalto do banqueiro implicado na operação da Polícia Federal.

Auxiliares de Lula saem em defesa do ministro e afirmam que Lewandowski não era sócio, nem dono do escritório. Pontuam ainda que o contrato era conhecido e público.

Em caso de atuação direta, é obrigatório o afastamento das atividades empresariais, mas o governo entende que não era esse o caso de Lewandowski.

O ministro enviou uma nota oficial à imprensa após o portal Metrópoles publicar que o Banco Master, ainda sob o comando de Daniel Vorcaro, teria pago R$ 5 milhões ao escritório do ex-ministro à época em que ele comandava o Ministério da Justiça.

O texto diz que, ao ser convidado pelo presidente Lula para assumir o Ministério da Justiça, em janeiro de 2024, retirou-se de seu escritório de advocacia e suspendeu o seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), deixando de atuar em todos os casos.

Com informações de CNN Brasil.

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