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O presidente francês, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro inglês, Keir Starmer, reúnem nesta sexta-feira líderes de dezenas de países em Paris para debater a reabertura do Estreito de Ormuz. A iniciativa chamada Liberdade de Navegação Marítima no Estreito de Ormuz conta com a participação de cerca de 40 países, segundo o governo britânico. Não há representantes dos Estados Unidos, que protagonizam a guerra com Israel contra o Irã.

“A reabertura incondicional e imediata do Estreito é uma responsabilidade global, e precisamos agir para que o fluxo global de energia e comércio volte a ser livre”, alegou o primeiro-ministro britânico em comunicado antes da reunião. O Reino Unido informou que o planejamento para um “esforço militar conjunto” está em andamento, e a missão será “estritamente defensiva”.

Fechado desde 28 de fevereiro, início da guerra, pela Guarda Revolucionária do Irã, o canal marítimo é a principal rota do comércio de petróleo do Oriente Médio. Por lá, transportam-se 20% de todo o petróleo mundial. Os Estados Unidos, em retaliação, anunciaram um bloqueio próprio desde segunda-feira na região do Mar Arábico, contra embarcações que tenham origem ou destino em portos iranianos.

Com informações de Metrópoles

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