
O segundo vice-presidente estadual do União Brasil no Amazonas, Marcellus Campêlo, defendeu a ampliação de políticas públicas voltadas às mães solo e mulheres chefes de família em situação de vulnerabilidade social, com prioridade para ações de habitação, qualificação profissional e incentivo ao empreendedorismo.
A declaração foi feita às vésperas do Dia das Mães, comemorado neste domingo (10), quando o ex-secretário afirmou que a data deve servir não apenas para homenagens, mas também para discutir medidas concretas de apoio às mulheres que sustentam suas famílias sozinhas.
Segundo Marcellus Campêlo, milhares de mães enfrentam diariamente dificuldades para garantir renda, educação e sustento dos filhos, o que exige políticas públicas permanentes voltadas à inclusão social e econômica desse público.
“É essencial fortalecer ações que garantam qualificação profissional, geração de renda e proteção social para essas mulheres, promovendo mais dignidade e igualdade de oportunidades”, destacou.
Pré-candidato a deputado estadual nas eleições de 2026, Marcellus deixou em março deste ano os cargos que ocupava na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano e na Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), período em que coordenou programas como o Prosamin+ e o Amazonas Meu Lar.
Entre as iniciativas citadas por ele está a Política de Gênero do Prosamin+, que desenvolve ações voltadas à autonomia financeira de mulheres atendidas pelo programa habitacional e social.
As medidas incluem cursos de qualificação profissional, treinamentos e incentivo ao empreendedorismo feminino, além de projetos como o Bazar das Mulheres Empreendedoras, onde participantes comercializam produtos como artesanato, alimentação, papelaria e itens de beleza para ampliar a renda familiar.
Campêlo também destacou que o programa prioriza o registro de imóveis habitacionais no nome das mulheres, medida que, segundo ele, fortalece a segurança jurídica e a autonomia feminina.
No Amazonas Meu Lar, programa habitacional do Governo do Amazonas, mães solo, mulheres com filhos pequenos e mães de crianças com deficiência recebem prioridade na pontuação para acesso às moradias.
Para Marcellus Campêlo, ampliar essas iniciativas representa uma estratégia de proteção social e combate às desigualdades enfrentadas por mulheres em situação de vulnerabilidade econômica no estado.







