Foto: REUTERS/Dylan Martinez

Apesar da eliminação precoce da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, o técnico Carlo Ancelotti terá um reajuste de 20% em seu salário com a renovação de contrato junto à Confederação Brasileira de Futebol. O novo vínculo será válido até 2030.

Com o aumento, o treinador italiano passará a receber R$ 6 milhões por mês, acima dos R$ 5 milhões previstos no contrato anterior. O novo salário representa um custo anual de R$ 72 milhões e pode alcançar R$ 288 milhões ao longo das quatro temporadas previstas até a próxima Copa do Mundo, que será disputada em Portugal, Espanha e Marrocos.

Mesmo antes do reajuste, Ancelotti já ocupava o posto de treinador mais bem remunerado entre os participantes do Mundial. A renovação foi acertada com o presidente da CBF, Samir Xaud.

O contrato também prevê uma multa rescisória considerada elevada em caso de demissão por parte da entidade, embora o valor não tenha sido divulgado. Caso a iniciativa de encerrar o vínculo parta do treinador, a indenização corresponderá a um mês de salário.

Além do reajuste salarial, Ancelotti mantém a previsão de um bônus de R$ 30 milhões caso conquiste o título da Copa do Mundo de 2030. A premiação referente ao Mundial de 2026 não será paga, já que a Seleção Brasileira foi eliminada antes de alcançar a meta prevista em contrato.

Entre os técnicos mais bem remunerados da Copa, Ancelotti continua à frente de nomes como Thomas Tuchel, Mauricio Pochettino e Julian Nagelsmann, que também figuram entre os maiores salários do futebol de seleções.

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