
O Ministério Público do Paraguai indiciou neste sábado (7) o ex-presidente do país Santiago Peña e Carlos Carvallo, que comandou o Banco Central paraguaio. A promotoria também determinou a prisão preventiva dos dois investigados.
A investigação apura possíveis irregularidades na destinação de recursos públicos e previdenciários ao Ueno Bank, além de questionar os mecanismos de supervisão e controle da instituição financeira. O caso também envolve suspeitas de fornecimento de informações incompletas ou alteradas sobre atividades relacionadas a essas funções.
Acusações contra os investigados
De acordo com o Ministério Público, Santiago Peña é investigado pela suposta prática de lesão de confiança, na condição de instigador, e administração em proveito próprio, como autor.
Já Carlos Dagoberto Carvallo Spalding foi acusado de suposta lesão de confiança, produção de documentos públicos com conteúdo falso e administração em proveito próprio, todas na condição de autor, conforme informou a promotoria.
As acusações fazem parte da investigação sobre a aplicação de recursos e os procedimentos de fiscalização relacionados ao Ueno Bank.
O Ministério Público não apresentou, no comunicado citado, detalhes adicionais sobre os valores envolvidos ou sobre a execução das prisões preventivas.







