
A morte do ex-zagueiro italiano Franco Baresi, um dos maiores ídolos da história do Milan e campeão da Copa do Mundo de 1982 com a seleção da Itália, foi confirmada nesta sexta-feira (31), aos 66 anos. O anúncio foi feito pelo clube italiano e pela União das Associações Europeias de Futebol (UEFA), que prestaram homenagens ao ex-capitão e destacaram sua importância para o futebol mundial. (reuters.com)
Em nota oficial, o Milan afirmou que “a história do clube está em lágrimas” com a perda de Baresi e ressaltou que seu legado permanecerá eternamente ligado à instituição. O clube lembrou que a camisa número 6, utilizada durante toda a carreira, foi aposentada em sua homenagem e classificou o ex-jogador como parte permanente do DNA rossonero. Também manifestou solidariedade à família e aos amigos. (reuters.com)
A UEFA também lamentou a morte do ex-defensor, classificando-o como uma lenda do Milan e da seleção italiana. A entidade destacou a trajetória vitoriosa de Baresi, marcada por três títulos europeus com o clube, 81 partidas pela Itália e uma carreira que o colocou entre os maiores zagueiros da história do esporte. (reuters.com)
Franco Baresi construiu toda a sua carreira profissional no Milan. Entre 1977 e 1997, disputou mais de 700 partidas pela equipe italiana e se tornou um dos maiores símbolos de fidelidade no futebol. Como capitão, liderou um dos períodos mais vitoriosos da história do clube, conquistando seis títulos do Campeonato Italiano e três Copas dos Campeões da Europa. Após sua aposentadoria, o Milan aposentou a camisa número 6 em reconhecimento à sua contribuição histórica. (reuters.com)
Pela seleção italiana, foi campeão mundial em 1982. Doze anos depois, voltou a disputar uma final de Copa do Mundo, diante do Brasil, nos Estados Unidos. Na decisão de 1994, após retornar de uma lesão no joelho para atuar os 120 minutos da partida, desperdiçou uma das cobranças de pênalti na disputa que deu o título aos brasileiros. (reuters.com)
Mesmo depois de encerrar a carreira, Baresi permaneceu ligado ao Milan como vice-presidente honorário e participou ativamente da vida institucional do clube. Em fevereiro deste ano, foi um dos condutores da chama olímpica na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina. (reuters.com)
Em 2025, o ex-jogador passou por uma cirurgia para retirada de um nódulo no pulmão e iniciou tratamento de imunoterapia. O procedimento foi considerado bem-sucedido, mas o ex-capitão enfrentava problemas de saúde desde então. Até o momento, a causa oficial da morte não foi divulgada pela família nem pelo Milan. (reuters.com)







