Prevista no Plano Estratégico de Desenvolvimento do Amazonas, a proposta estabelece uma ação conjunta entre o Estado e os 62 municípios. Entre as medidas estão materiais didáticos para professores do 1º e 2º anos, formação continuada dos profissionais e avaliações periódicas para acompanhar a evolução da aprendizagem.

O objetivo é identificar dificuldades de leitura e escrita ainda nos primeiros anos e evitar que essas deficiências acompanhem os alunos durante o restante da vida escolar.

“O fortalecimento da alfabetização nos anos iniciais é compreendido não apenas como obrigação constitucional ou meta, mas como interrupção do ciclo geracional de analfabetismo funcional”, destaca o plano de governo.

Valorização dos professores

O pacto também prevê formação e valorização dos profissionais da educação. Entre os compromissos estão a garantia da data-base dos professores, progressão funcional e qualificação profissional.

O plano prevê ainda formação continuada e ações específicas para os profissionais que trabalham nas diferentes realidades do Amazonas, incluindo escolas do interior e de comunidades mais distantes.

Mais tempo na escola

Outra proposta é ampliar o ensino em tempo integral, acompanhado da recuperação e melhoria da estrutura física das escolas.

A proposta é garantir que o aumento do tempo dos estudantes nas unidades venha acompanhado de condições adequadas de aprendizagem, atividades complementares e estrutura para alunos e profissionais da educação.

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