Prefeito Renato Junior conversa com moradora do bairro São José Operário, na zona Leste de Manaus, após denúncia de danos causados por obra da concessionária Águas de Manaus e promete providências

O prefeito de Manaus, Renato Junior, subiu o tom contra a concessionária Águas de Manaus após ouvir moradores que relataram prejuízos causados por um serviço de manutenção no bairro São José Operário, zona Leste da capital. Durante a visita, o prefeito foi direto ao responsabilizar a empresa e prometeu medidas rigorosas.

“Não podemos aceitar esse tipo de serviço. Vieram para resolver um problema e acabaram criando outro ainda maior. Ou a empresa se alinha ao padrão que Manaus exige ou não permanece”, afirmou.

Segundo os relatos, a intervenção da concessionária teria danificado a calçada e provocado rachaduras na residência de uma moradora, agravando a situação em vez de solucioná-la. A denúncia levou o prefeito a determinar a notificação imediata da empresa e o acionamento da Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados do Município de Manaus (Ageman).

Renato Junior destacou que a gestão municipal vai intensificar a fiscalização e ampliar a aplicação de penalidades. “Estamos ajustando a Ageman para aumentar as autuações e multas. Não vamos permitir que a população pague o preço por serviços mal executados”, disse.

A moradora afetada reforçou a insatisfação com o serviço. Segundo ela, o problema original não foi resolvido e novos danos foram causados pela equipe responsável pela obra.

A prefeitura já notificou oficialmente a concessionária e estabeleceu prazo para apresentação de esclarecimentos e solução do problema. Caso as determinações não sejam cumpridas, novas medidas administrativas poderão ser adotadas.

O episódio marca uma mudança de postura da gestão municipal, que sinaliza maior rigor no controle dos serviços públicos delegados, especialmente em situações que impactam diretamente a população.

Artigo anteriorNa prisão, Robinho descobre agressão de Neymar ao filho e se revolta
Próximo artigoGoverno muda classificação indicativa do YouTube de 14 para 16 anos