
Durante o velório, a mãe da jovem, Carina Couto, pediu por justiça e disse que espera que o caso não fique impune. Emocionada, ela falou sobre Sther:
“Tirou a minha filha de mim. Eu não vou aguentar, ela era linda e cheia de planos. Eu quero justiça, quero a minha filha”.
Amigos e parentes vestiam camisas com o rosto de Sther estampado, em um gesto de homenagem.
A família da moça afirma que ela foi morta após se recusar a deixar um baile funk com um traficante na comunidade da Coreia, na Zona Oeste do Rio.
O homem apontado como autor do crime é Bruno da Silva Loureiro, conhecido como Coronel, chefe do tráfico no Muquiço, em Guadalupe — área dominada pela mesma facção criminosa que atua na comunidade da Coreia, o Terceiro Comando Puro (TCP). Ele tem 12 mandados de prisão em aberto e está foragido.
Stefany, irmã de Sther, fez várias postagens nas redes sociais lamentando sua morte. Ela disse que o corpo foi entregue “desfigurado” e deixado na porta da casa da mãe.
Antes de morar na Vila Aliança, Sther e a família viviam no Muquiço.
O atestado de óbito indica que Sther morreu por hemorragia subaracnóide, que é uma região do cérebro, traumatismo craniano e politrauma. A família ainda afirma que ela foi estuprada.
A família contou que Sther já teve um relacionamento com Coronel, mas eles não estavam mais juntos. E que para fugir das investidas dele, a jovem se mudou com a mãe para um apartamento na Vila Aliança.
“Eu só quero justiça pela minha filha que não vai voltar nunca mais. Nunca mais eu vou ter a minha filha nos meus braços.”
“Você não só acabou com a vida da minha irmã quanto da minha família. Olha a felicidade da minha irmã. Covarde desgraçado”, postou ela em redes sociais.
A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga o caso. As informações são de G1.







