A Polícia Federal escalou atiradores de precisão do Comando de Operações Táticas (COT) para compor o esquema de segurança da COP30 em Belém.

A função desses profissionais é operar como contrasnipers: identificar e neutralizar atiradores hostis que possam ameaçar autoridades, participantes ou estruturas do evento.

Os atiradores do COT atuam em posições estratégicas e fazem parte de um conjunto maior de medidas — que inclui monitoramento eletrônico, patrulhamento fluvial e embarcações táticas — destinadas à proteção do perímetro do Parque da Cidade, onde se concentram a maioria dos eventos.

A cidade de Belém (PA) reforçou seu esquema de segurança nesta quinta-feira (6) para receber a cúpula de chefes de Estado que antecede a COP30.

Com a presença de mais de 160 delegações, a capital paraense implementou medidas rigorosas de proteção, incluindo bloqueios extensos e monitoramento intensivo por diversas forças de segurança.

Para facilitar a mobilidade durante o evento, a prefeitura decretou feriado e suspendeu as aulas na cidade. As ruas apresentam menor fluxo de veículos, enquanto Polícia Militar, Polícia Federal, Polícia Civil e Forças Armadas atuam de forma integrada no monitoramento da região.

A Força Aérea Brasileira estabeleceu um sistema de três zonas de controle aéreo. A zona branca, mais distante dos locais do evento, permanece com espaço aéreo aberto. A zona amarela possui restrição para drones, enquanto a zona vermelha apresenta restrição total para aeronaves. Dentro da área vermelha, existe ainda um núcleo de supressão com proibição absoluta de qualquer tipo de dispositivo aéreo.

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