
A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) divulgou, nesta quinta-feira (12/2), novos avanços nas investigações sobre o latrocínio que vitimou um sargento do Exército Brasileiro no dia 9 de fevereiro, em Manaus. As informações foram apresentadas pelo delegado Mário Luiz Monteiro, da Delegacia de Roubos, Furtos e Defraudações (DRFD).
A apuração integrada entre a DRFD, a Delegacia Especializada em Homicídios e o 38º Distrito Integrado de Polícia (DIP) de Itapiranga indicou que o crime ocorreu após um desentendimento entre a vítima, que atuava na produção rural, e o suspeito. A relação de trabalho entre ambos, que durava pouco mais de um mês, teria sido o estopim: uma discussão sobre a forma de pagamento e a entrega da produção culminou no crime. Durante a altercação, o suspeito tomou posse da arma de fogo da vítima e efetuou os disparos.
Após o latrocínio, o autor subtraiu a arma utilizada e o caminhão da vítima. O delegado Aldinei Nogueira, de Itapiranga, informou que o suspeito se apresentou à delegacia na terça-feira (11/2), acompanhado do pai, mas inicialmente apresentou uma versão contraditória. Diligências subsequentes levaram à localização da arma do crime, que estava enterrada, além de dois coletes balísticos pertencentes à vítima.
Durante interrogatório, o suspeito confessou ter efetuado o disparo, embora alegasse legítima defesa. A Polícia Civil representou pela prisão preventiva, que foi decretada após audiência de custódia. As investigações continuam para apurar a possível participação de outras pessoas. O acusado permanece preso preventivamente e à disposição da Justiça.







