
O cabo da Polícia Militar Eduardo de Almeida e Silva, de 35 anos, foi morto a tiros na tarde desta quinta-feira (1º) dentro de uma farmácia localizada no conjunto Cidade Nova IV, em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém. O crime aconteceu enquanto o agente, que estava à paisana, era surpreendido por criminosos durante uma tentativa de assalto ao estabelecimento.
Segundo informações da Polícia Militar, o policial estava nos fundos da farmácia, junto ao balcão de atendimento, quando um dos assaltantes se aproximou por trás. Imagens captadas pelas câmeras de segurança mostram o momento em que o suspeito tenta tomar algo da cintura da vítima — possivelmente a arma. O cabo Eduardo ainda esboça reação, mas é atingido por disparos na cabeça e morre antes da chegada do socorro.
As investigações iniciais apontam que pelo menos três pessoas participaram da ação criminosa. Dois dos envolvidos chegaram ao local em uma motocicleta. Um deles usava vestimenta semelhante à de um mototaxista. Após o crime, os suspeitos fugiram em um carro de apoio estacionado nas proximidades. Câmeras externas flagraram o momento em que o comparsa é levado até o veículo.
Além das gravações de segurança da farmácia, também circulam nas redes sociais vídeos que mostram o corpo do policial caído no chão do estabelecimento.
A Polícia Militar reforçou o patrulhamento na região e segue em diligências para localizar os responsáveis. Até o momento, não há confirmação se pertences da vítima foram levados. Em nota, a corporação lamentou a morte do agente e informou que denúncias anônimas podem ser feitas pelo número 181.
A investigação está sob responsabilidade da Divisão de Homicídios de Agentes Públicos (DHAP), da Polícia Civil. “Uma equipe foi enviada ao local e constatou o óbito do cabo Eduardo. A DHAP conduzirá o inquérito para esclarecer as circunstâncias do crime”, diz o comunicado oficial.
A população pode colaborar com informações, inclusive por meio de fotos, vídeos, áudios ou localização, pelo WhatsApp (91) 98115-9181 da atendente virtual Iara. O sigilo é garantido em todos os canais de denúncia.







