Bruno Guimarães durante amistoso entre Brasil e Egito antes da Copa do Mundo • Kirk Irwin/Getty Images

Bruno Guimarães gostou da escalação do Brasil no último amistoso contra o Egito, mas afirmou não saber se o esquema será repetido por Carlo Ancelotti na estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.

“Não contou nada pra gente. Desculpa, eu não posso te contar, porque nem eu sei”, disse o meia, em tom bem-humorado, ao ser perguntado sobre o time titular que o técnico da Amarelinha afirmou já ter definido para o jogo contra o Marrocos.

Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (8), Guimarães exaltou o esquema de jogo da Seleção com três meias, principalmente com a presença de Lucas Paquetá, que foi titular na última partida.

“Acho que na nossa dinâmica, ter um jogador a mais no meio, principalmente nesse último jogo, foi muito interessante, acho que a gente teve muito mais dinâmicas de um-dois, de tabela. Tivemos muitas chances, principalmente no primeiro tempo, pra marcar mais gols e acabamos pecando um pouco nas finalizações”, analisou.

“Tenho um entrosamento com o Paquetá também desde o Lyon, a gente já se conhece muito bem, então ficou um pouco mais fácil ali pra jogar. Mas isso cabe ao mister, se vai ser o 4-4-2, o 4-3-3, enfim, a gente está aí pra, do jeito que ele colocar as peças no campo, desempenhar o melhor possível.”

Bruno Guimarães, meia da Seleção Brasileira

4-2-4 e o setor defensivo

O jogador do Newcastle também ponderou pontos fortes e fracos do esquema 4-2-4, adotado por Ancelotti até então. Além disso, elogiou o setor defensivo da Seleção, afirmando que houve melhora em relação ao jogo contra o Panamá.

“Acho que, pra atacar, a gente fica nessa que o 4-2-4 te dá mais opções, mas ao mesmo tempo você fica com o time mais direto, não tem aquele meia ali, ou outro jogador no meio, que vai fazer a bola chegar na frente. Depende muito das características”, explicou.

“Nesse jogo, comparando ao jogo do Panamá, a gente defendeu melhor também, o gol foi uma infelicidade nossa, eles não criaram pra fazer gol na gente, e isso é muito positivo. Como falei, vai depender de como o mister vai entender o jogo, de como vai sentir que é melhor pra gente jogar”, completou.

Com informações da CNN Brasil.

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