
Após uma série de polêmicas envolvendo despejo e dívidas, foi descoberto que o dono da empresa que alugou a mansão em que moraram a influenciadora Gracyanne Barbosa e seu esposo Belo, em São Paulo (SP), “emprestou o nome” ao cantor para que fosse feita a locação do imóvel.
De acordo com a Receita Federal, a Central Shows e Evento Ltda., nome que consta no contrato de aluguel da casa, está no nome de uma mulher, que tem 5% da empresa, e do pai dela, que aparece como responsável pelos 95% restantes. O empresário morreu aos 77 anos em setembro de 2018. A informação foi confirmada por um representante da companhia ao G1 nesta sexta-feira (28/8).
Desde dezembro do mesmo ano, os aluguéis do imóvel não foram mais quitados. A assessoria de imprensa da Central de Shows e Evento Ltda. afirmou ao veículo que o cantor e o empresário se conheciam, e que o contrato foi assinado pelo idoso. O proprietário do imóvel, que fica no bairro Moema, cobra R$ 483 mil no caso. O valor deveria ter sido pago na última quinta-feira (25/8), 15 dias após Belo receber a intimação da Justiça.
Segundo a cláusula 7ª do contrato, não era permitida a transferência de contrato a terceiros, sublocar ou emprestar o imóvel. De acordo com boletim de ocorrência registrado em 2019, o aluguel foi feito para a empresa e depois os donos foram informados por vizinhos de que o casal estava morando no imóvel.
“Essa central de shows que está falando, você procura eles, então, e conversa com eles”, disse a mulher que aparece como responsável pela empresa ao G1, quando questionada sobre o contrato de locação do imóvel. “Eu acho, assim, um absurdo, sabe? O nome do meu pai? Depois de morto, o pessoal não respeitar isso”, completou. Em seguida, a assessoria alegou que ela não tinha conhecimento sobre o negócio feito pelo pai.
O casal recebeu ordem de despejo por falta de pagamento em maio. O aluguel mensal do local seria de R$ 14, 3 mil, com vencimento mensal em todo dia 20. Devia também ser feito o pagamento de despesas de consumo de luz, água e seguro. Os três primeiros meses foram quitados, mas depois começaram os atrasos de pagamento. Conforme a certidão da oficial de Justiça, a casa já estava desocupada quando houve o cumprimento da ordem, mas utensílios e móveis teriam sido avariados. (Metrópoles)







