Sebastian Kaulitzki/Science Photo Library/Gettyimages

O ministro Alexandre Padilha anunciará, nesta quinta (21/5), na França, a inclusão de um novo protocolo de rastreamento de câncer de intestino no SUS. O exame não invasivo será adotado como referência para identificar a doença em homens e mulheres entre 50 e 75 anos que não apresentam sintomas.

O teste imunoquímico fetal (FIT) funciona como um exame de fezes mais potente. Com o uso de anticorpos específicos, é possível procurar sinais de pólipos, lesões pré-cancerígenas e até o próprio câncer no intestino.

O teste é feito em casa: com um kit, o paciente coloca as fezes em um tubo coletor, e a amostra é enviada para um laboratório.

Sinais de alerta do câncer de intestino

  • Presença de sangue na evacuação, seja de vermelho vivo ou escuro, misturado às fezes, com ou sem muco.
  • Sintomas irritativos, como alteração do hábito intestinal e que provoca diarreia crônica e necessidade urgente de evacuar, com pouco volume fecal.
  • Sintomas obstrutivos, como afilamento das fezes, sensação de esvaziamento incompleto, constipação persistente de início recente, cólicas abdominais frequentes associadas a inchaço abdominal.
  • Sintomas inespecíficos, como fadiga, perda de peso e anemia crônica.

A ideia é agilizar o diagnóstico do câncer de intestino em grupos de risco e diminuir a necessidade de colonoscopia, que é o exame padrão atualmente. As vantagens do FIT envolvem a praticidade, não necessidade de preparo intestinal e dieta restritiva, além de não ser invasivo.

Caso o teste dê positivo, o paciente será encaminhado para exames complementares para definir o diagnóstico. Com Metrópoles.

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