Reprodução/ câmera de segurança

Um homem foi preso neste sábado (24/1) suspeito de envolvimento no assalto à jornalista Maria Prata, esposa do apresentador Pedro Bial. O crime ocorreu na última quinta-feira (22/1), no bairro da Lapa, zona oeste de São Paulo. Maria Prata foi rendida à mão armada enquanto estava acompanhada da filha caçula, de 6 anos.

A prisão foi realizada por equipes da 3ª Delegacia Seccional, em conjunto com a 3ª Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco). A partir da análise de imagens de câmeras de segurança, os investigadores identificaram a motocicleta usada na ação e chegaram ao suspeito, que atuava como olheiro, dando apoio ao outro criminoso durante o roubo.

O homem foi localizado na região do Campo Limpo, na zona sul da capital. Durante a abordagem, os policiais apreenderam roupas, um capacete e outros objetos que podem contribuir para as investigações. As diligências continuam para identificar e prender o segundo envolvido no crime.

Como foi o assalto à jornalista Maria Prata

  • O assaltante estava em uma motocicleta e utilizava capacete e mochila de aplicativo de delivery, o que indicava, à primeira vista, que se tratava de um entregador;
  • O crime ocorreu na rua Álvaro Martins, no bairro da Lapa, zona oeste de São Paulo, na última quinta-feira;
  • Maria Prata foi rendida à mão armada enquanto caminhava com a filha caçula, de 6 anos;
  • O motoqueiro anunciou o assalto, tomou os pertences da vítima e manteve a arma visível durante a abordagem;
  • Foram roubados um iPhone e a aliança da jornalista;
  • Após o crime, o assaltante fugiu do local com a motocicleta.

Nas redes sociais, Maria Prata desabafou sobre o trauma vivido após o assalto. A jornalista afirmou que não conseguiu dormir e que sua mente revive constantemente o episódio.

“Não consigo dormir. Minha cabeça é um replay sem fim de áudios e imagens de uma situação que ninguém deveria passar na vida. Nem eu, nem a Dora, nem aquele cara”, escreveu.

Ela também relatou o impacto emocional do crime na filha, de 6 anos. Apesar de não ter visto a arma nem percebido o momento em que a mãe entrou em desespero, a criança demonstrou medo e passou o dia tentando compreender o que havia ocorrido. “Dora passou o dia falando sobre isso, processando, perguntando, querendo entender o que foi aquilo, quem era aquele cara, por que ele queria o telefone, a senha, a aliança, porque isso acontece”, contou.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o caso foi registrado por meio da Delegacia Eletrônica e encaminhado ao 7º Distrito Policial, responsável pela área dos fatos. Segundo a pasta, o policiamento na região foi reforçado e a polícia segue trabalhando para identificar e localizar o outro suspeito envolvido no crime.

Com informações de Metrópoles.

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