Peça chave nas investigações sobre planos de ataques a autoridades do Brasil, entre elas o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) e o promotor de Justiça Lincoln Gakiya, que integra o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado de São Paulo (Gaeco), uma testemunha teme ser executada pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) a qualquer momento.

O delator, que também é ex-integrante da facção, relevou aos investigadores que já era jurado de morte pelo “tribunal do crime” por decidir sair da organização criminosa.

O seu principal algoz seria Janeferson Aparecido Mariano Gomes, o Nefo, um dos nove presos na megaoperação da Polícia Federal deflagrada na última quarta-feira (22/3). De acordo com a testemunha, Nefo seria chefe da chamada “sintonia restrita”, uma espécie de setor de inteligência do PCC com ampla rede de criminosos.

Ainda de acordo com o ex-faccionado, já havia a suspeita de que ele tivesse vazado outras informações sensíveis às autoridades. Além de Janeferson, também foram presos:

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