Redes sociais/ reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhou nas redes sociais um vídeo que mostra explosões em um grande depósito de munições no Irã. O ataque foi na cidade iraniana de Isfahan. A publicação não tem legenda.

Um oficial disse ao jornal Wall Street Journal que no ataque foram usadas “munições penetrantes” projetadas para atingir alvos em profundidade no subsolo.

Nessa segunda-feira, 30 de março, o norte-americano disse que “grandes progressos” foram feitos na negociação de paz. Mas Trump tem ameaçado destruir os recursos energéticos do Irã caso os dois países não entrem em um acordo.

“Grandes progressos foram feitos, mas, se por algum motivo um acordo não for alcançado em breve, o que provavelmente acontecerá, e se o Estreito de Ormuz não for imediatamente ‘aberto para negócios’, concluiremos nossa adorável ‘estadia’ no Irã explodindo e obliterando completamente todas as suas usinas de geração de energia elétrica, poços de petróleo e a Ilha de Kharg (e possivelmente todas as usinas de dessalinização!), que propositalmente ainda não ‘tocamos'”, escreveu ele no Truth Social.

De acordo com The Wall Street Journal, Trump considera encerrar a guerra contra o Irã mesmo com o Estreito de Ormuz ainda bloqueado pelas forças iranianas. Segundo a reportagem, Trump e seus assessores passaram a considerar que uma operação para reabrir completamente a rota marítima – por onde passam 20% do petróleo mundial – poderia prolongar o conflito além do prazo de seis semanas prometido pelo presidente.

Veja o vídeo:

Ontem, a Comissão de Segurança do Parlamento do Irã aprovou uma proposta que prevê a regulamentação e a cobrança de taxas de embarcações que atravessam o Estreito de Ormuz. O projeto inclui diversos pontos centrais voltados a ampliar o controle iraniano sobre a região, como ações para proteger a rota marítima, garantir a segurança da navegação e implementar regras financeiras. Entre essas medidas, estão a cobrança de tarifas em moeda local (rial iraniano) para navios em trânsito e a proibição da passagem de embarcações ligadas aos Estados Unidos e a Israel.

Com informações de Metrópoles

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