
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, refutou nesta terça-feira (3/2) a ideia de ter sido “arrastado” para a guerra com o Irã por Israel. Em uma declaração enfática, Trump afirmou que foram os EUA que, na verdade, forçaram Tel Aviv a agir, sugerindo um papel proativo americano no desencadeamento das ações militares.
A declaração ocorreu após uma reunião com o primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz, na Casa Branca, parte de uma visita oficial do líder alemão aos Estados Unidos em meio às tensões no Oriente Médio. Ao comentar os desdobramentos do conflito com o Irã, Trump avaliou que “praticamente tudo foi destruído”, referindo-se às instalações militares iranianas.
“Eles iriam atacar se não fizéssemos nada, eles iriam atacar primeiro”, disse Trump sobre o Irã. Ele acrescentou: “Eu tinha muita convicção disso… Na verdade, talvez eu tenha forçado a mão de Israel, mas Israel estava preparado, nós estávamos preparados e tivemos um impacto muito, muito forte, porque praticamente tudo o que eles tinham foi destruído. Agora, o número de mísseis deles está diminuindo drasticamente”, declarou o presidente.
Trump também enalteceu a capacidade militar dos Estados Unidos. “Provavelmente, em algum momento, eles vão abaixar as armas e veremos o que acontece. Enquanto isso, vamos continuar avançando. Nossas forças militares são as número 1 do mundo. Temos uma força militar melhor do que qualquer outra no mundo.”
Questionado novamente sobre a operação militar, Trump reiterou a possibilidade de ter influenciado Israel: “Na verdade, talvez eu tenha forçado a mão de Israel, mas Israel estava preparado, nós estávamos preparados e tivemos um impacto muito, muito forte”.
O presidente dos Estados Unidos concluiu afirmando que o “pior cenário” para o país seria a ascensão de um dirigente “tão ruim” quanto o aiatolá Ali Khamenei, cuja morte foi mencionada em ataques anteriores.
Com informações de Metrópoles







