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A policial Pamela Silva, viúva do tesoureiro do PT Marcelo Arruda, ficou surpresa com a decisão da Polícia Civil do Paraná (PCPR) em descartar motivação política no assassinato do marido.

Arruda foi morto no último sábado (9/7) em Foz do Iguaçu, no Paraná, pelo policial penal federal Jorge José da Rocha Guaranho, indiciado por homicídio duplamente qualificado por motivo torpe e por causar perigo comum. Segundo testemunhas, o assassino teria gritado “Aqui é Bolsonaro” ao invadir a festa da vítima, que comemorava 50 anos com temática do Partido dos Trabalhadores (PT).

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