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Os protestos no Irã continuaram em várias regiões do país neste sábado (10/1), apesar do aumento da repressão pelo aparato policial do regime. Segundo a ONG de direitos iranianos Hrana, pelo menos 65 pessoas já morreram. Os mortos seriam 50 manifestantes e 15 membros das forças de segurança. O número de presos, ainda de acordo com a entidade, chega a 2,3 mil.

Também neste sábado, o presidente Donald Trump disse que os Estados Unidos estão “prontos para ajudar”, enquanto os manifestantes no Irã enfrentam um cerco cada vez mais intenso das autoridades iranianas.

“O Irã está olhando para a liberdade, talvez como nunca antes. Os Estados Unidos estão prontos para ajudar!!!”, escreveu Trump em uma publicação no Truth Social, sem dar mais detalhes.

Os comentários do presidente dos EUA ocorrem um dia depois de ele afirmar que o Irã estava “em sérios problemas” e voltar a advertir que poderia ordenar ataques militares.

Segundo o regime, a repressão às maiores manifestações antigovernamentais em anos podem ser intensificadas. A Guarda Revolucionária, tropa de elite, atribui os atos a “terroristas” e mantém apoio ao Estado, dizendo que garantir a segurança dos prédios públicos era uma “linha vermelha”.

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