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O governo federal publicou, nessa segunda-feira (6/4), a atualização da “lista suja” do trabalho escravo. No documento, são expostos os nomes de empregadores que supostamente submeteram trabalhadores a condições análogas à escravidão. Entre eles, está o nome de Amado Batista.

O cantor aparece em duas autuações registradas em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia (GO). Uma delas envolve o Sítio Esperança, com 10 trabalhadores, e a outra menciona o Sítio Recanto da Mata, com quatro funfionários. Os casos teriam ocorrido em 2024.

Ao Metrópoles, a equipe de Amado Batista informou que é “completamente falsa e inverídica” a informação de que 14 trabalhadores foram resgatados de propriedades dele. “Não houve resgate de nenhum trabalhador nas propriedades. Todos os funcionários continuam trabalhando na propriedade normalmente.”

A assessoria destaca ainda que “ocorreu uma fiscalização em uma fazenda ‘arrendada’ pelo senhor Amado [Batista] para o plantio de milho, na qual foram identificadas irregularidades na contratação de quatro colaboradores”. Ainda segundo a nota, essas pessoas eram empregadas por uma empresa terceirizada responsável pela abertura da área de plantio.

O texto também afirma que foi assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em 2024 e que as obrigações com os trabalhadores “foram integralmente pagas e quitadas”. “Estão sendo tomadas todas as providências administrativas para o encerramento de todo e qualquer procedimento de autuação”, finaliza o documento.

Com informações do Metrópoles.

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