Reprodução/Redes Sociais

A família de Bruno Fernando Rego, de 28 anos, natural de Capivari, no interior de São Paulo, busca informações sobre seu paradeiro após o brasileiro desaparecer em Paris, na França, no último dia 5 de julho.

Segundo familiares, Bruno viajou ao país europeu para trabalhar como motorista de aplicativo e arrecadar recursos para custear o tratamento médico da filha. Desde então, ele não fez mais contato com parentes e amigos.

Desaparecimento foi percebido por amigo

De acordo com a irmã de Bruno, Beatriz Rego, um amigo que conversava diariamente com ele por videochamada estranhou a falta de respostas no dia 5 de julho e avisou a família sobre o desaparecimento.

Ela informou que a última vez em que o irmão foi visto foi logo após assistir a um jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.

Segundo Beatriz, Bruno saiu apenas com a roupa que vestia, deixando para trás documentos, passaporte e outros pertences pessoais na residência onde estava hospedado.

Celular deixou de funcionar

A família também informou que o telefone celular de Bruno deixou de receber mensagens e atualmente aparece como número inexistente.

O brasileiro utilizava um carro alugado, equipado com rastreador, para trabalhar. No entanto, até a última terça-feira (28), a polícia francesa ainda não havia informado aos familiares se o veículo foi localizado.

“Ele esteve presente na casa onde fica hospedado, tomou banho e já não foi mais visto. Se você mora em Paris, conhece o Bruno ou alguém que possa conhecê-lo, compartilhe essa informação para ajudar nas buscas”, pediu Beatriz em uma publicação nas redes sociais.

Família mobiliza buscas

O desaparecimento já foi comunicado à polícia francesa e à Embaixada do Brasil na França.

Nas redes sociais, Beatriz coordena uma campanha de panfletagem voluntária para divulgar o caso e ampliar as buscas nas proximidades da região onde Bruno morava.

Itamaraty acompanha o caso

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) informou que acompanha o desaparecimento e presta assistência consular aos familiares.

Segundo a pasta, o órgão atua intermediando o contato com as autoridades francesas, mas não divulga informações pessoais sobre cidadãos atendidos pelos serviços consulares.

As circunstâncias do desaparecimento seguem sendo investigadas pelas autoridades francesas.

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