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O dicionário Collins anunciou, nesta terça-feira (3/11), a escolha de “mogging” como palavra do ano de 2026. O termo ganhou popularidade nas redes sociais, especialmente no TikTok, entre usuários das gerações Z e Alpha.

A expressão é utilizada para descrever situações em que uma pessoa se destaca em relação a outra, geralmente por características físicas, aparência ou condicionamento corporal.

Na linguagem da internet, o termo também pode indicar comparações em que alguém é considerado mais atraente, forte ou visualmente impressionante do que outra pessoa.

A popularização da palavra ocorreu principalmente por meio de memes e vídeos virais, que contribuíram para sua disseminação no vocabulário digital.

Expressão tem origem em comunidades on-line

Segundo Rachel Quin, redatora do Collins, a palavra provavelmente surgiu como uma adaptação da sigla AMOG, relacionada à expressão inglesa Alpha Male of the Group, que significa “macho alfa do grupo”.

O termo começou a circular em comunidades virtuais ligadas ao fisiculturismo por volta de 2010 e também possui associações históricas com fóruns que promovem discursos de masculinidade dominante.

Com o passar dos anos, seu significado foi ampliado e passou a ser utilizado em diferentes contextos, principalmente em publicações humorísticas e comparações de aparência.

Meme ajudou a popularizar a palavra

De acordo com a jornalista Alana Wise, da NPR, um dos episódios que contribuíram para a repercussão do termo envolveu o streamer e influenciador Clavicular.

Durante uma visita a uma academia, o influenciador tirou uma fotografia com um integrante musculoso de uma fraternidade.

Após a publicação da imagem, usuários das redes sociais começaram a comparar a aparência física dos dois, afirmando que Clavicular havia sido superado visualmente.

A situação passou a ser descrita com o verbo informal mogged, utilizado para indicar que alguém foi ofuscado por outra pessoa.

A escolha do Collins reflete a influência das redes sociais na criação e disseminação de expressões que passam a integrar a linguagem cotidiana.

Com informações de Metrópoles

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