
Os corpos de dois mergulhadores italianos que morreram nas Ilhas Maldivas foram recuperados nesta terça-feira (19/5), informaram as autoridades do país. Ao todo, cinco italianos morreram durante o mergulho. Dois corpos ainda precisam ser recuperados. Eles já foram localizados, mas o resgate é complexo.
“Como sabem, quando os encontraram, os corpos estavam todos juntos e localizados no terceiro setor da caverna. O plano é trabalhar com mergulhadores finlandeses, a Guarda Costeira e a polícia para trazê-los à superfície” disse o porta-voz do governo das Maldivas, Mohammed Hussain Sharif, segundo a agência italiana Ansa.
A vice-presidente e CEO da fundação privada Dan Europe, Laura Marroni, explicou a complexidade do resgate. “Dentro da caverna, a profundidade aumenta ainda mais e, quando se lida com espaços obstruídos, escuridão e a possibilidade de baixa visibilidade, as operações tornam-se claramente complexas.”
As vítimas encontradas são duas mulheres e dois homens, que faziam submersão para explorar cavernas marinhas na região. A quinta vítima, o instrutor de mergulho que orientava a atividade exploratória, foi localizada ainda na sexta-feira (15/5). São eles:
- Monica Montefalcone, de 51 anos, professora associada de ecologia marinha na Universidade de Gênova;
- Giorgia Sommacal, de 22, filha de Monfalcone;
- Muriel Oddenino, de 31, bióloga marinha e pesquisadora do Piemonte;
- Federico Gualtieri, de 31, do Piemonte, formado em biologia marinha e ecologia e instrutor de mergulho certificado; e
- Gianluca Benedett, instrutor de mergulho natural de Pádua, cidade na Itália.
Segundo o jornal das Maldivas Mihaaru, os italianos mergulharam a uma profundidade maior do que a permitida e uma investigação está em curso para saber o motivo.







