
O dólar opera em leve queda de 0,21%, cotado a R$ 5,09, na manhã desta sexta-feira (12/6). Na prática, como a oscilação é pequena, a moeda americana apresenta estabilidade em relação ao real. O Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), iniciou a sessão em queda, mas reverteu o movimento para uma pequena alta de 0,16%, aos 171,7 mil pontos.
No cenário global, a possibilidade de um acordo entre os Estados Unidos e o Irã embalou os mercados globais, despertando ao menos parte do apetite por risco dos investidores.
O principal impacto econômico da queda da tensão no Oriente Médio deu-se sobre os preços globais do petróleo. Eles caminham sob razoável controle — e em tendência de baixa.
Petróleo
Às 9h30, o barril do tipo Brent, a referência do mercado internacional, caía 2,68%, a US$ 87,98. O tipo West Texas Intermediate (WTI), que baliza o comércio nos Estados Unidos, recuava 3,04%, a US$ 85,04.
Os valores, contudo, estão distantes dos cerca de US$ 70 por barril, vigentes antes da deflagração do conflito, em 28 de fevereiro. Por outro lado, também se afastaram dos quase US$ 120 alcançados no ápice da alta da commodity.
Bolsas no mundo
Nesse cenário, às 9h50, na Europa, o índice Stoxx 600, que reúne ações de empresas de 17 países do continente, anotava ganhos de 1,13%. O DAX, de Frankfurt, avançava 1,10% e o CAC 40, de Paris, subia 1,40%. O otimismo também era generalizado em Wall Street, com os principais índices em elevação.
Inflação no Brasil
No ambiente interno, os agentes econômicos acompanharam a divulgação dos dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do Brasil. Os números foram apresentados na manhã desta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O IPCA desacelerou para 0,58% em maio, depois de ter avançado 0,67% em abril. Na comparação anual, o avanço foi de 4,72%. Os números ficaram pouco acima das estimativas do mercado. Segundo pesquisa da Reuters, os analistas esperavam, respectivamente, 0,53%, para maio, e 4,66%, em 12 meses. Com Metrópoles.







