
O dólar registra leve alta de 0,13% frente ao real, cotado a R$ 5,07, às 10h50 desta terça-feira (16/6). Como a variação é pequena, há estabilidade no câmbio.
Já o Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), iniciou a sessão em queda. Também às 10h50, o recuo era de 0,43%, aos 169,6 mil pontos.
A perspectiva de conclusão de um acordo entre os Estados Unidos e o Irã reduziu a tensão nos mercados globais, afastando temores de uma pressão inflacionária mais intensa sobre os mercados globais.
Autoridades americanas confirmaram nas últimas horas a assinatura eletrônica de um memorando de entendimento com Teerã. A previsão é de que o documento seja formalizado na sexta-feira (19/6), em Genebra, na Suíça.
Ormuz
O acordo prevê uma trégua inicial de 60 dias e a reabertura do Estreito de Ormuz, por onde circula cerca de um quinto da produção mundial de petróleo. Mais complexa, a discussão sobre o programa nuclear iraniano foi adiada para uma segunda fase das negociações.
Com base nessas diretrizes, que ainda necessitam de confirmação, o preço do petróleo se mantém em queda. Nesta terça-feira, ele voltou a um patamar próximo, ou mesmo, inferior aos US$ 80 por barril. Antes do conflito no Oriente Médio, essa cotação estava em cerca de US$ 70. Com a deflagração da guerra, chegou a US$ 120.
Queda do petróleo
Isso, no momento, mudou. Nesta terça-feira, para os contratos com vencimentos mais próximos, o barril do tipo Brent, a referência internacional da commodity, registrava queda de 4,05%, a US$ 79,82. O tipo West Texas Intermediate (WTI), que baliza o comércio nos Estados Unidos, baixou 4,48%, a US$ 77,13.
Comércio no Brasil
No Brasil, os investidores acompanharam a divulgação de dados sobre o desempenho do comércio, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta terça-feira. Os números mostraram que o setor recuou 1,5% na passagem de março para abril, impactado pela queda nas vendas de combustíveis.
O resultado interrompeu uma sequência de três meses de alta e representou o pior desempenho do segmento desde junho de 2022 (quando a queda foi de 2,8%). O desempenho também foi inferior às expectativas dos agentes econômicos, que previam um recuo de 0,7%. Com informações de Metrópoles.







